Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo grande desejo de ouvir coisas agradáveis, ajuntarão para si mestres segundo os seus próprios desejos, e não só desviarão os ouvidos da verdade, mas se voltarão às fábulas. (2 Timóteo 4.3,4) - Tu, porém, fala o que convém à sã doutrina. (Tito 2.1)
1 Tessalonicenses 5:21
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quarta-feira, 16 de julho de 2008

Cristo descrito por João

O evangelho de João descrito como uma galeria de obras de arte. Este evangelho apresenta uma série de desenhos, em cada um deles Cristo é a figura central.

Versículo chave, 20.31: "Estes, porém, foram escritos para que creiais que Jesus é o Cristo, o filho de Deus, e para que, crendo, tenhais vida em seu nome."

Cada um dos vinte e um capítulos, contém um retrato impressionante de algum aspecto do caráter e obra do Salvador.

Os primeiros dois capítulos contêm cenas que se complementam.

No capítulo 1, ele é o Filho de DEUS, e sua divindade é descrita. “No princípio era o Verbo e o Verbo estava com DEUS, e o Verbo era DEUS” (v. 1). “Vimos a sua glória, glória como do Unigênito vindo do Pai, cheio de graça e de verdade” (v. 14).

No capítulo 2, ele é o Filho do Homem. Aqui temos uma imagem que ilustra sua humanidade perfeita. Aparece como convidado de um casamento em Caná da Galiléia. Mistura-se com homens comuns em suas atividades sociais.

No capítulo 3, ele é o Mestre divino, que ensina a um mestre de Israel. Nicodemos diz. “Mestre, sabemos que ensinas da parte de DEUS” (v. 2).

No capítulo 4, ele é o Ganhador de almas. Aqui vemos os passos de JESUS, conduzindo a alma enegrecida da mulher samaritana para a luz.

No capítulo 5, ele é o grande Médico, cheio de compaixão pelos paralíticos que sofrem.
Mostra seu poder divino curando, de maneira instantânea, um caso sem esperança (v. 8,9).

No capítulo 6, ele é o Pão da vida (v. 48). Sem ele, a alma do homem morre faminta.

No capítulo 7, ele é a Água da vida (v. 37) que satisfaz o coração sedento.

No capítulo 8, ele é o Defensor do fraco. Uma cena mostra como defendeu a mulher decaída (v. 3-11). (Veja também sua defesa em favor das crianças, Mc 10.13-15.)

No capítulo 9, ele é a Luz do mundo (v. 5). Reivindica esse direito e o comprova, dando luz a um cego de nascença (v. 11).

No capítulo 10, ele é o Bom Pastor (v. 11). Cuida “do rebanho” com extremo cuidado e dá sua vida pelas ovelhas.

No capítulo 11, ele é o Príncipe da vida (v. 25). Prova seu direito a este título quando chama a Lázaro da morte (v. 43.44).

No capítulo 12, ele é o Rei. Entra em Jerusalém montado em um jumentinho e é aclamado rei de Israel pela multidão (v. 12-15).

No capítulo 13, ele assume o lugar de um Servo. Aqui temos a cena maravilhosa de sua condescendência, ao lavar os pés dos discípulos (v. 4,5).

No capítulo 14, ele é o Consolador. Mesmo sua crucificação estando tão próxima, esqueceu-se de si mesmo por completo e consolou a seus conturbados discípulos (v. 1).

No capítulo 15, ele é a Videira verdadeira (v. 1). É a fonte de todo fruto espiritual.

No capítulo 16, ele é o Doador do Espírito. Quando partiu, prometeu enviar o Consolador ao mundo (v. 7-15).

No capítulo 17, ele é o Grande Intercessor. Oferece sua maravilhosa oaração intercessora pela igreja.

No capítulo 18, aparece como o Sofredor Modelo (v. 11). Submissamente toma o cálice de sofrimento de seu Pai.

No capítulo 19, ele é o Salvador crucificado (v. 18; 3:14). Chega a ser “obediente até a morte, e morte de cruz!” (Fp 2:8).

No capítulo 20, ele é o Conquistador da morte. Por quatro vezes encontrou e derrotou ao “rei dos terrores”. Primeiro, ao lado da cama de uma menininha, Mt. 9.24,25; segundo, no enterro do filho da viúva, Lc. 7.11-15; terceiro, na tumba de Lázaro, Jo 11.43,44. Finalmente, entra na própria fortaleza do “destruidor sinistro” e transforma-se no Conquistador (20.11-17; Ap. 1.18; ).

No capítulo 21, ele é o Restaurador do arrependido. Comissiona Pedro como pastor do rebanho e manda-o alimentar as ovelhas e os cordeiros (v. 15-17).

quinta-feira, 3 de julho de 2008

Alterações da Palavra

AlteraçõesO VATICANO EM SEUS CONCÍLIOS ALTERA AS DOUTRINAS CRISTÃS

Os papas sempre desejaram uma linha de sucessão com S. Pedro, interpretando que Cristo edificou Sua Igreja sobre esse apóstolo. Para isso, embaralharam as palavras gregas 'Petra e Petros" (ver Mat. 16:18), fizeram uma péssima exegese e trapacearam na interpretação confundindo a Cristandade. "Petros" quer dizer fragmento de pedra e "Petra" significa rocha (que no texto e no contexto é Cristo. Jesus disse a Pedro: "Sobre ESTA "Petra" edificarei Minha Igreja" e não disse. Sobre ESSA pedra, "petros". Nenhum autor grego jamais empregou a palavra "petra" no sentido de "petros". (H. Liddel, Grek English Lexicon, in loco). Cristo edificou Sua Igreja sobre Si mesmo e não sobre Pedro.

ABAIXO AS PRINCIPAIS ALTERAÇÕES NAS DOUTRINAS CRISTÃS:

1965 - Maria é proclamada a mãe da igreja.

1950 - “Decretaram" a Assunção de Maria.

1870 - Infalibilidade do papa.

1854 - Dogma da Imaculada Conceição.

1546 - Acrescentaram livros apócrifos nas Sagradas Escrituras.

1229 - Proibiram a leitura da Bíblia.

1215 - Instituída a Transubstanciação.

1216 - Iniciaram a "confissão auricular" (confissão de pecados aos padres).

1200 - Instituíram a hóstia ao invés da Ceia do Senhor que Cristo deixou.

1190 - Venda de indulgências, (perdão de pecados pôr dinheiro).

1184 - Instituída a Inquisição. A Igreja faz milhares de vítimas.

1090 - Aparece o rosário; tinha origem no Oriente.

1074 - "Decretam" o celibato sacerdotal.

933 - Instituem a "Canonização de santos".

830 - Começam usar "água benta e ramos bentos".

783 - Instituem o culto às imagens.

526 - Criada a "Extrema unção".

503 - "Decretam" o Purgatório.

431 - Instituído o Culto a Maria.

416 - Iniciam pela primeira vez o Batismo infantil.

394 - Substituem o Culto Cristão pôr missas.

375 - Culto aos santos e aos anjos.

325 - Imperador Constantino, a pedido de Eusébio de Nicomédia (um ariano), celebra o primeiro Concilio. (classificamos esse evento de gênesis do que viria a ser o Catolicismo)

320 - Começam a usar velas nas Igrejas, que é um hábito pagão. Não há nenhuma recomendação no N.T., para uso de velas.

310 - Instituído a "reza pêlos mortos". (Sem base bíblica)


O Estado do Vaticano para ser honesto, deveria selecionar os Santos que exibe nos Calendários, não mencionando como católicos os que viveram antes das alterações das doutrinas. São Genaro, pôr exemplo, tão festejado, viveu no 3.o Século e não podia supor que os papas iriam decretar as vendas de indulgências, a Transubstanciação, o Celibato, a inquisição e os dogmas de Maria. Se ele e centenas de outros, do Calendário estivessem entre nós, fariam opção pôr outras Igrejas Cristas, pois viveram a fé genuína tendo como regra os mesmos textos bíblicos que elas praticam.

Fica claro que a Igreja Católica não é legítima, pois os Santos, os "pais da Igreja" e os apóstolos jamais cultuaram Maria e as imagens, não ensinaram transubstanciação, purgatório nem foram Celibatários.
*A fonte das informações contidas
neste artigo são extraídas dos Livros
do Ex-Padre Anibal Pereira dos Reis
da Edições Cristã.

quarta-feira, 2 de julho de 2008

Cristo descrito por Isaías

ProfetaProfecias messiânicas de Isaías. Este profeta, olhando através dos séculos, viu o Messias vindouro. De todos os grandes profetas hebreus, Isaías é o que nos forneceu a descrição mais completa da história, missão, títulos e características de Cristo.






HISTÓRIA de CRISTO

Seu nascimento 7.14
Sua família 11.1
Sua unção 11.2

CARACTERÍSTICAS de CRISTO

Resplendor 9.2 42.6
Sabedoria 11.2
Dicernimento espiritual 11.3
Justiça 11.4
Fidelidade 11.5
Silêncio 42.2 53.7
Mansidão 42.3
Perseverança 42.4
Sofrimento vicário 52.14 53.10
Compaixão 53.4
Humildade 53.7
Sem pecado 53.9
Poder de salvação 53.11
Grandeza 53.12
TÍTULOS de CRISTO

Emanuel 7.14
Deus forte 9.6
Pai da eternidade 9.6
Príncipe da paz 9.6
Rei da justiça 32.1
Servo divino 42.1
Braço do Senhor 53.1
Pregador ungido 61.1
Salvador poderoso 63.1

MISSÃO de CRISTO

Iluminador 9.2
Juiz 11.3
Reprovador 11.4
Legislador 42.4
Libertador 42.7
Carregador de cargas 53.4
Salvador sofredor 53.5
Carregador do pecado 53.6
Intercessor 53.12

Bíblia Thompson.

sexta-feira, 20 de junho de 2008

Todas as pessoas são filhas de Deus?

PAIA resposta ao questionamento do título é um claro e curto NÃO!


Comumente encontramos indivíduos desavisados declarando que são filhos de Deus, mesmo estando na vida mundana. Expressões como "Eu também sou filho de Deus" têm bastante freqüência no meio secular. Porém as escrituras revelam-nos que estando separados do SENHOR somos filhos da desobediência (Efésios 2.2); filhos da ira (Efésios 2.3).

Somos filhos adotados (Romanos 8.15). Estando nessa posição, estamos sujeitos à escolha do Rei dos reis. E em que se baseia esta escolha? Em nossa própria decisão! (Deuteronômio 30.19,20).

No evangelho segundo João é explicitado a quem é dirigida a paternidade de Deus; a saber: aos que crêem no nome de Jesus (João 1.12).

Logo a correta afirmação seria que primeiramente somos criaturas do SENHOR, inegavelmente que todos o são, pois por Ele fomos feitos (Gênesis 2.7); posteriormente, pelas suas grandes misericórdias (Salmos 117.2), foi concedido aos que são guiados pelo Espírito Santo o dom de serem chamados filhos de Deus (Romanos 8.14-17).

domingo, 15 de junho de 2008

Pedro. Primeiro Papa?

Vejamos algumas características de Pedro e concluíremos maquinalmente:

1.ª) Pedro não era celibatário. Tanto que teve sogra curada por Cristo (Mc 1.29-31). O papa é celibatário, sendo o celibato uma imposição a todo o clero. Em I Timóteo está escrito: “Mas o Espírito expressamente diz que nos últimos tempos apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores e doutrinas de demônios; ...proibindo o casamento.”

2.ª) Pedro era pobre. “E disse Pedro: Não tenho prata nem ouro...” (At 3.6). O papa está cercado de riquezas.

3.ª) Pedro nunca consentiu que ninguém se ajoelhasse a seus pés. “E aconteceu que, entrando Pedro, saiu Cornélio a recebê-lo, e, prostrando-se a seus pés, o adorou. Mas Pedro o levantou, dizendo: Levanta-te, que eu também sou homem.” (At 10.25 e 26). O papa constantemente recebe este tipo de reverência e adoração.

4.ª) Pedro não era infalível. “E, chegando Pedro a Antioquia, lhe resisti na cara, porque era repreensível. Porque antes que alguns tivessem chegado da parte de Tiago, comia com os gentios; mas, depois que chegaram, se foi retirando, e se apartando deles, temendo os que eram da circuncisão.” (Gl 2.11 e 12). O papa é considerado infalível. A infalibilidade papal foi definida e aceita oficialmente em 1870 no Concílio do Vaticano I. A Igreja Católica demorou 1870 anos para considerar o papa infalível. É importante observar que não foi Deus que decidiu, mas foram homens pecadores reunidos que chegaram a conclusão que o papa era infalível. Na Bíblia está escrito: “porque todos pecaram e destituídos da glória de Deus” (Rm 3.23) e ainda está escrito que quando dizemos que não temos pecado fazemos a Deus mentiroso. Veja: “Se dissermos que não pecamos fazemo-lo mentiroso, e a Sua palavra não está em nós.” (I Jo 1.10).

5.ª) Pedro não tinha a primazia na igreja. Observe o que Pedro escreveu: “Aos presbíteros, que estão entre vós, que sou também presbítero como eles e testemunha das aflições de Cristo...” (I Pe 5.1). Em At 8.14 está escrito: “Os apóstolos, pois, que estavam em Jerusalém, ouvindo que Samaria recebera a Palavra de Deus, enviaram para lá Pedro e João.” Note bem: não foi Pedro que enviou alguns dos apóstolos, mas foram os apóstolos que lhe enviaram. Onde está a primazia de Pedro? Em At 11.1-18 vemos Pedro justificando-se perante a igreja. Quero destacar principalmente o versículo 2: “E subindo Pedro a Jerusalém, disputavam com ele os que eram da circuncisão.” Enquanto que a igreja Católica afirma que as decisões do papa não podem ser questionadas.

sexta-feira, 6 de junho de 2008

Nem quente, nem frio. És morno?

MornoGrande parte dos leitores da Bíblia estão familiarizados com as conhecidas palavras de Cristo à igreja de Laodicéia: "Conheço as tuas obras, que nem és frio nem quente. Quem dera fosses frio ou quente! Assim, porque és morno, e nem és quente nem frio, estou a ponto de vomitar-te de minha boca" (Apocalipse 3.15-16). Como muitos cristãos ignoram o ambiente histórico e cultural desta passagem, eles entendem erradamente as palavra de Cristo.


Normalmente assumimos que "quente" significa espiritualmente vivo ou "no fogo" do Senhor, ao passo que "frio" significa espiritualmente morto ou que a pessoa está contra Jesus. Em outras palavras, Jesus preferiria que fossêmos a favor ou contra Ele, em vez de neutros. Mas, esta interpretação de "quente" e "frio" ignora totalmente o ambiente histórico e cultural desta passagem, e, portanto, leva ao erro.

A ciodade de Colossos, que ficava a menos de quinze quilômetros de Laodicéia, era conhecida pelas suas águas frias e refrescantes. A cidade de Hierápolis, situada mais ao norte, era famosa por suas benéficas fontes de águas quentes. Laodicéia tinha um aqueduto de nove quilômetros de extensão que trazia para a cidade tanto a água fria como a quente. No momento em que as águas chegavam à cidade elas estavam mornas.

Dessa forma, podemos ver como o conhecimento dessa informação muda radicalmente a maneira como interpretamos essa passagem. Jesus nunca iria querer que alguém fosse espiritualmente morto ou contra Ele, e certamente não iria preferir esta condição a um cristianismo morno - mesmo que Ele deteste este último. Nesta passagem, tanto "frio" como "quente" são excelentes e benéficos, como um copo refrescante de água gelada ou, então, um bom banho quente. Portanto, seja você "quente" ou "frio" Jesus ficará estremamente satisfeito. Só se espera que você não seja morno!

sexta-feira, 23 de maio de 2008

Quem disse que era uma Maçã?

A palavra hebraica tapuach, comumente traduzida "maçã", ocorre diversas vezes na Bíblia. Mas, não é empregada para descrever "a árvore do conhecimento do que é bom e do que é mau" (Gênesis 2.9, 17; 3.6). De onde, então, surgiu a tradição de que a maçã era o fruto proibido?

De acordo com a obra Plants of the Bible (Plantas da Bíblia), de H. N. Moldenke, tal idéia "devia-se, sem dúvida, à influência de artistas medievais e renascentistas que assim a representaram". À guisa de exemplo, a respeito do famoso quadro O Jardim do Paraíso, de Pedro Paulo Rubens (1577-1640), agora na Galeria de Haia, observou Moldenke: "O fruto da Árvore do Conhecimento do Bem e do Mal, com a serpente enroscada entre seus ramos, parece definitivamente ser maçãs. Este quadro é, provavelmente, um daqueles a quem devemos a concepção errônea, generalizada, de que a maçã é uma planta da Bíblia."

A respeito do quadro Adão e Eva (veja abaixo), do pintor da corte alemã Lucas Cranach, o Velho (1472-1553), em que se representa a maçã, Moldenke comentou que os pintores renascentistas "adoravam reter seu direito de confiar em sua imaginação sempre que quisessem". Outros artistas da época, tais como Tintoretto e Ticiano, fizeram o mesmo em suas pinturas sobre o mesmo tema.

É provável que o primeiro a assentar por escrito tal idéia, contudo, tenha sido o famoso poeta inglês John Milton. Em seu Paraíso Perdido (1667; Clássicos Jackson, Vol. XIII, pp. 262, 263), Milton escreveu a respeito da tentação de Eva por parte da serpente:

Adão e Eva"Té que uma vez, os prados percorrendo,

Avisto ao longe uma árvore formosa

De frutos carregada que alardeiam

De cor de ouro e de grã missão insígne: . . .

Resolvo não tardar um só instante

Em saciar o desejo que me abrasa

De provar as maçãs que são tão lindas:

Com simultâneo esforço a fome e a sede,

Por tão mimoso aroma estimuladas

Irresistível persuasão me induzem."




Assim, não foi da Palavra de Deus, a Bíblia, e sim da fantasiosa, porém desorientada, imaginação dos artistas e dos poetas que surgiu um dos mitos mais populares da cristandade. Qual era o fruto? A Bíblia simplesmente não diz, a única referência mais próxima da realidade seria o figo, pois logo após consumado o ato coseram folhas de figueira e fizeram para si aventais (Gênesis 3.7). Mas o ponto vital não era o fruto, e sim a desobediência do homem (Romanos 5.12).

quarta-feira, 21 de maio de 2008

A origem do apelido Cristão

QUE SIGNIFICA A PALAVRA "CRISTÃO"?

CristãoO significado para a palavra cristão hoje é bem diferente do significado usado nas escrituras. Hoje, qualquer um que segue uma religião denominada "cristã", acha se no direito de dizer que é um cristão. Alguns são tão depravados em sua forma de viver que de maneira nenhuma fazem jus a essa palavra. Outros são tão errados biblicamente e mesmo assim insistem em achar-se cristãos. E aí está o problema: O próprio indivíduo achar-se um cristão quando não o é.

A palavra cristão como é usada na bíblia é um apelido. E este apelido referia-se aos crentes que andavam de uma forma digna. A conduta (dentro da família e da sociedade), a transformação interior e exterior, sucediam a profissão de fé destes crentes. Tamanha era a transformação que se tornavam impossíveis de não serem notados. Então a própria sociedade, testemunhando esta transformação, chamava-os de "cristãos". Assim, ser apelidado de cristão seria uma grande honra a qualquer crente.

É errado, mesmo numa igreja considerada correta, chamar pessoas não regeneradas de cristãos. Não vemos na Bíblia um só exemplo dos apóstolos considerarem verdadeiros crentes aqueles que ainda viviam no pecado. Paulo nos dá um grande exemplo disso em I Co 6.9-11; quando fala que: "Os injustos não herdarão o reino de Deus", e numa lista muito ampla dá exemplo do que é ser um injusto: "Não vos enganeis, nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas, nem ladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores, herdarão o reino dos céus, e tais fostes alguns de vós". Alguns Coríntios foram achados nos pecados mencionados acima. Foram! Mas o sangue de Jesus lavou-os, santificou-os e os justificou. O pecado era coisa do passado na vida destes crentes. Achar que se é um cristão por pertencer a uma igreja denominada de cristã é um grande erro. A maior igreja cristã do mundo tem um bilhão e duzentos milhões de fiéis. Todos idólatras, ou então não estariam lá. Herdarão os mesmos o reino dos céus? Se não herdarão os reino dos céus porque é certo chamá-los de cristãos?

O verdadeiro significado da palavra "cristão" não está tanto neste lindo apelido. Está na pessoa que aceita Jesus como seu salvador e vive dignamente como um verdadeiro discípulo do Senhor Jesus Cristo.

A palavra cristão também não é um nome próprio dado por Jesus aos seus discípulos. Ele jamais chamou um de seus apóstolos ou qualquer outra pessoa de "cristão". Ele simplesmente chamava-os de "discípulos" ou "seguidores". Esta palavra, no sentido que é usada na Bíblia, é nada mais e nada menos que um apelido dado aos discípulos ou membros da igreja de Jesus Cristo.

ONDE SURGIU PELA PRIMEIRA VEZ?

O apelido "cristão" surgiu pela primeira vez na cidade de Antioquia em referencia aos discípulos de Cristo naquela cidade (At. 11.26). Foram assim chamados pelos moradores daquela grande metrópole devido ao bom exemplo que davam e por sempre testemunhar a respeito de Jesus. Desde então o apelido pegou e suplantou os outros apelidos que eles tinham, como por exemplo o de "nazarenos", apelido pelo qual eram conhecidos os discípulos pelos judeus (At. 24.5).O apelido cristão generalizou-se de tal forma que em pouco tempo todos os membros das igrejas de Cristo foram assim chamados. Não houve outro que representasse tão bem os discípulos de Cristo até meados do terceiro século, período no qual houve a necessidade de acrescentar um sobrenome a este apelido.

Até o século terceiro não havia nenhuma instituição denominacional como temos hoje. Não havia a Igreja Católica, ou a Igreja Batista, ou a Igreja Anglicana. Havia apenas a Igreja de Jesus Cristo, e como vimos, seus membros foram apelidados de cristãos. Jesus, ao instituir sua igreja, nunca chamou-a por um nome como Católica ou Batista. Chamava-a de "minha igreja" (Mt. 16.18), ou quando muito, colocava o nome da cidade onde ela se encontrava, "Igreja de Esmirna" (Ap. 2.8).

Gilberto Stefano.

quinta-feira, 8 de maio de 2008

O destino dos apóstolos

Destino

O martírio dos apóstolos foi anunciado por Jesus: “Por isso, diz também a sabedoria de Deus: Profetas e apóstolos lhes mandarei; e eles matarão uns e perseguirão outros” (Lucas 11.49). “E até pelos pais, e irmãos, e parentes, e amigos sereis entregues; e matarão alguns de vós. E de todos sereis odiados por causa do meu nome” (Lucas 21.16-17). Esta palavra diz respeito, também, aos crentes de um modo geral. Ainda hoje, anualmente, milhares são martirizados em todo o mundo. “Se a mim me perseguiram também vos perseguirão a vós... mas tudo isso vos farão por causa do meu nome” (João 15.19-20). “Eis que vos envio como ovelhas ao meio de lobos...eles vos entregarão aos sinédrios e vos açoitarão nas suas sinagogas, e sereis conduzidos à presença dos governadores e dos reis, por causa de mim...” (Mateus 10.16-18). Com relação aos sofrimentos e martírio de Paulo, Jesus revelou: “Eu lhe mostrarei quanto deve padecer pelo meu nome” (Atos 9.16). Abro um parêntesis para uma reflexão: o Evangelho pregado em nossas igrejas inclui a possibilidade de sofrimento por amor a Cristo, ou anunciamos somente prosperidade, fartura, longevidade e saúde? Vejamos como os apóstolos morreram:

Judas Iscariotes (12º), que traiu Jesus e acabou se enforcando;

João (4º), O apóstolo que recebeu de Jesus a missão de cuidar de Maria. “O discípulo que Jesus amava” (João 13.23). Pescador, filho de Zebedeu (Mateus 4.21 O único que permaneceu perto da cruz (João 19.26-27). O primeiro a crer na ressurreição de Cristo (João 20.1-10). A tradição relata que João residiu na região de Éfeso, onde fundou várias igrejas. Na ilha de Patmos, no mar Egeu, para onde foi desterrado, teve as visões referidas no Apocalipse (Ap 1.9). Após sua libertação teria retornado a Éfeso. Teve morte natural com idade de 100 anos.

Paulo, Israelita da tribo de Benjamim (Filipenses 3.5). Natural de Tarso, na Cilícia (hoje Turquia). Nome romano de Saulo, o Apóstolo dos Gentios. De perseguidor de cristãos, passou a pregador do evangelho e perseguido. Realizou três grandes viagens missionárias e fundou várias igrejas. Segundo a tradição, decapitado em Roma, nos tempos de Nero, no ano 67 ou 70 (Atos 8.3; 13.9; 23.6; 13-20).

Matias, Escolhido para substituir Judas Iscariotes (Atos 1.15-26). Diz-se que exerceu seu ministério na Judéia e Macedônia. Teria sido martirizado na Etiópia.

Simão (11º), o zelote, Dos seus atos como apóstolo nada se sabe. Está incluído na lista dos doze, em Mateus 10.4, Marcos 3.18, Lucas 6.15 e Atos 1.13. Julga-se que morreu crucificado.

Tadeu (10º), Foi quem, na última ceia, perguntou a Jesus: "Senhor, por que te manifestarás a nós e não ao mundo?" (João 14:22-23). Nada se sabe da vida de Judas Tadeu depois da ascensão de Jesus. Diz a tradição que pregou o Evangelho na Mesopotâmia, Edessa, Arábia, Síria e também na Pérsia, onde foi martirizado juntamente com Simão, o Zelote.

Tiago (9º), o menor Filho de Alfeu (Mateus 10.3). Missionário na Palestina e no Egito. Segundo a tradição, martirizado provavelmente no ano 62.

Mateus (8º), Filho de Alfeu, e também chamado de Levi. Cobrador de impostos nos domínios de Herodes Antipas, em Cafarnaum (Marcos 2.14; Mateus 9.9-13; 10.3; Atos 1.13). Percorreu a Judéia, Etiópia e Pérsia, pregando e ensinando. Há várias versões sobre a sua morte. Teria morrido como mártir na Etiópia.

Tomé (7º), Só acreditou na ressurreição de Jesus depois que viu as marcas da crucificação (João 20.25). Segundo a tradição, sua obra de evangelização se estendeu à Pérsia (Pártia) e Índia. Consta que seu martírio se deu por ordem do rei de Milapura, na cidade indiana de Madras, no ano 53 da era cristã.

Bartolomeu (6º), Tem sido identificado com Natanael. Natural de Caná de Galiléia. Recebeu de Jesus uma palavra edificante: “Eis aqui um verdadeiro israelita, em quem não há dolo” (Mateus 10.3; João 1.45-47) Exerceu seu ministério na Anatólia, Etiópia, Armênia, Índia e Mesopotâmia, pregando e ensinando. Foi esfolado vivo e crucificado de cabeça para baixo. Outros dizem que teria sido golpeado até a morte.

Filipe (5º) Natural de Betsaida, cidade de André e Pedro. Um dos primeiros a ser chamado por Jesus, a quem trouxe seu amigo Natanael (João 1.43-46). Diz-se que pregou na Frigia e morreu como mártir em Hierápolis.

André (2º), Foi discípulo de João Batista, de quem ouviu a seguinte afirmação sobre Jesus: “Eis aqui o Cordeiro de Deus”. André comunicou as boas notícias ao seu irmão Simão Pedro: “Achamos o Messias” (João 1.35-42; Mateus 10.2). O lugar do seu martírio foi em Acaia (província romana que, com a Macedônia, formava a Grécia). Diz a tradição que ele foi amarrado a uma cruz em forma de xis (não foi pregado) para que seu sofrimento se prolongasse.

Tiago (3º), Filho de Zebedeu, irmão do também apóstolo João. Natural de Betsaida da Galiléia, pescador (Mateus 4.21; 10.2). Por ordem de Herodes Agripa, foi preso e decapitado em Jerusalém, entre os anos 42 e 44.

Simão Pedro (1º), Pescador, natural de Betsaida. Confessou que Jesus era “o Cristo, o Filho do Deus vivo” (Mateus 16.16). Foi testemunha da Transfiguração (Mateus 17.1-4). Seu primeiro sermão foi no dia de Pentecostes. Segunda a tradição, sua crucifixão verificou-se entre os anos 64 e 67, em Roma, por ordem de Nero. Pediu para ser crucificado de cabeça para baixo, por achar-se indigno de morrer na mesma posição de Cristo.

Quem dividiu a Bíblia em Capítulos e Versículos?

Quantos versículos tem a Bíblia?

A Bíblia, edição Revista e Corrigida na tradução de Almeida, possui 31.105 versículos.

Capa da Bíblia de GenebraEm quantos capítulos a Bíblia está dividida?

A Bíblia está dividida em 1.189 capítulos.

Quem dividiu a Bíblia em capítulos?

A Bíblia Sagrada foi dividida em capítulos pelo inglês Stephen Langhton, teólogo, Bispo de Canterbury - Inglaterra, e professor da Universidade de Paris - França, entre 1234 e 1242.

Quem dividiu a Bíblia em versículos?

A divisão do Antigo Testamento hebraico, em versículos foi concluída entre os séculos IX e X pelos "massoretas", estudiosos judeus das Escrituras Sagradas. Com hábitos monásticos e ascéticos, os massoretas dedicavam suas vidas à recitação e cópia das Escrituras, bem como à formulação da gramática hebraica e técnicas didáticas de ensino do texto bíblico. Influenciado pelo trabalho dos massoretas no Antigo Testamento, um impressor francês, que morava em Gênova, Itália, chamado Robert d’Etiénne, concluiu a divisão do Novo Testamento em versículos no ano de 1551.

Qual foi a primeira Bíblia completa publicada em capítulos e versículos?

A primeira Bíblia a ser publicada incluindo integralmente a divisão de capítulos e versículos foi a Bíblia de Genebra, lançada em 1560, na Suiça. Os primeiros editores da Bíblia de Genebra optaram pela sua divisão em capítulos e versículos, porque chegaram a um consenso de que isso seria muito útil para a memorização, a localização, e a comparação de assuntos bíblicos.

sábado, 19 de abril de 2008

O enigma do sinal da cruz

O Enigma do Sinal da Cruz
Provavelmente, todos possuem o conhecimento da inexistência de passagens bíblicas relatando a ocorrência do ritual popular entre católicos conhecido como sinal da cruz. Os gestos se resumem ao levar a mão à testa, em seguida ao umbigo, depois a um ombro e finalmente ao outro. Há também quem o faça sem a utilização do próprio corpo como referência. Todavia, não foi para explicar como se realiza o tal “sinal”, que fui levado a escrever este texto, e sim devido a uma pertinente e casual dúvida.

Ei-la:

Certamente e coerentemente, cada extremidade da cruz, nessa simbologia, representa um integrante da santíssima trindade. Porém aos analisá-las notei uma irregularidade: como representar a “trindade” com “quatro” extremidades? De fato é impossível tal façanha. Porém pus-me a elaborar formas de fazê-lo. Não obtive êxito.

Nenhum católico percebera tal embargo?

quinta-feira, 17 de abril de 2008

Os santos católicos que nunca existiram

Nem todos os santos venerados são realmente considerados históricos por teólogos católicos. Um exemplo típico é o Santo Expedito, que aparece em primeiro lugar nos postes e muros da cidade, bem como galardoado com faixas. Contudo, tem sua história questionada por teólogos católicos.

Conta-se que ele era comandante de uma legião de soldados romanos e foi sacrificado em 19 de abril de 303, por ordem do imperador Diocleciano, ao lado dos companheiros Caio, Gálatas, Hermógenes, Aristarco e Rufo. Isso porque teria aderido à fé cristã. Segundo a tradição, no momento de sua conversão apareceu um corvo que lhe disse crás (amanhã, em latim). Imediatamente, o soldado esmagou o corvo com o pé e gritou hodie (hoje), razão pela qual se tornou aquele a quem se recorre quando não se pode deixar nada para amanhã.

Contudo, o padre Charles Foucauld, responsável pelo "anuário dos santos católicos", da editora Paulus, comenta: "a mensagem dele esmagando o corvo não me parece muito cristã. E, para mim, ELE É LENDÁRIO, NÃO EXISTIU DE FATO... mas se você disser que ele não existiu, o pessoal que o procura pode ficar bravo".

Santo Expedito, para o desconforto de seus fiéis, não aparece no anuário da editora Paulus.

No livro "As Catacumbas de Roma" ed. CPAD Benjamin Scott, nos conta a história de muitos "santos" que foram forjados como mártires e entregue a devoção popular. Tudo isso atestado pela "Congregação das Relíquias".

Um aoutra Santa Forjada num erro de tradução de palavras é a tal "Santa Verônica" cujo nome deriva das palavras Vera Icon que significa "retrato verdadeiro". Eram cópias de retratos de Cristo que com o tempo vieram chamar-se Veronicoe. Com o tempo Roma construiu várias lendas baseadas no uso errado do nome Veronicae.

Ainda o ex-padre Agrício do Vale em seu livro "Porque estes padres deixaram a batina" acrescenta que Santa Catarina, Santo Aleixo, São Cristovão e Santa Filomena é "tudo lenda" (pág. 161)

Extraído do Centro Apologético
Cristão de Pesquisas -
CACP

domingo, 13 de abril de 2008

Charles Darwin se arrependeu da Teoria da Evolucao?

Note-se lucidamente que a teoria da evolução não foi provada, foi aceita! A teoria da evolução é, a cada dia, mais aceita por todas as mentes e os fatos em geral, omitidos ao conhecimento popular, assim como também são totalmente desconhecidos da maioria dos homens que já leram as biografias de Darwin, o final de sua vida e seu encontro com Lady Hope.

Pode surpreender muitos estudantes da evolução, saberem que, nos últimos dias da sua vida, Charles Darwin rejeitou a teoria enganadora da evolução, e voltou à sua fé na Bíblia, incluindo a descrição bíblica da Criação. O que segue são palavras de Lady Hope de Northfield (conforme narrado no livro Âncora da Alma, de Orlando Boyer), Inglaterra, uma maravilhosa senhora cristã que esteve muitas vezes à beira da sua cama antes do filósofo morrer:

Foi numa dessas gloriosas tardes de outono que por vezes gozamos na Inglaterra, que me pediram para entrar e fazer companhia a Charles Darwin. Ele estava sentado na cama rodeado de almofadas e olhava fixamente para um quadro distante de bosques e campos de milho que brilhavam à luz de um pôr do sol maravilhoso através da janela.

Quando entrei no quarto, o seu semblante iluminou-se de prazer. Na mão segurava uma Bíblia aberta, que estava sempre a estudar. Perguntei-lhe: “O que está a ler agora?” e ele respondeu “Hebreus.” “Chamo-lhe o livro real.” A seguir, apontando para certas passagens, comentou sobre as mesmas. Eu fiz-lhe algumas referências às fortes opiniões expressas por muitos sobre a história da Criação e depois ao tratamento por eles dos capítulos mais antigos do livro de Gênesis. Pareceu-me perturbado, com os dedos em convulsões nervosas e um olhar de agonia na face, dizendo: “Eu era um jovem de idéias não-formadas. Fiz perguntas e sugestões, maravilhando-me sempre acerca de tudo. Para meu espanto, as minhas idéias espalharam-se como fogo e as pessoas fizeram delas uma religião.” A seguir fez uma pausa e depois de mais algumas frases acerca da santidade de Deus e da grandiosidade do Livro, disse, olhando amorosamente a Bíblia que segurava continuamente: “Tenho um pavilhão de verão no jardim, com lugar para cerca de trinta pessoas. Desejo muito que pregues lá. Eu sei que lês a Bíblia nas aldeias. Amanhã à tarde, gostaria que os criados do pavilhão e alguns hóspedes e vizinhos se juntassem ali. Podes falar-lhes?”

Perguntei-lhe, "De que lhes devo falar?" "De Cristo Jesus" – respondeu em voz clara e enfática. "E da Sua salvação; não é esse o melhor tema? Depois quero que cantes alguns hinos com eles. Tu diriges com o teu pequeno instrumento, não é?” Nunca esquecerei o olhar brilhante na sua cara ao dizer isto, pois acrescentou “se a tua reunião for às três horas, esta janela estará aberta e saberás que estou a cantar convosco.”

O Dr. Oswald Smith, comentando esta cena disse: “Houve alguma vez cena mais dramática? A própria essência da tragédia é nos revelada aqui! Darwin entusiasmado com a Bíblia, falando da grandiosidade deste Livro, lembrando-se desse movimento evolucionário moderno da teologia, que, ligado a um criticismo cético, destruiu a fé bíblica em multidões. Darwin, com um olhar cheio de agonia, deplorando tudo aquilo e afirmando ‘eu era um jovem de idéias não-formadas.’ Que crítica espantosa! As ‘idéias não formadas’ do jovem Darwin, são hoje a base da teologia moderna!”

Mas Darwin escapou à escuridão da decepção espiritual, enquanto havia ainda tempo para o arrependimento!

sábado, 5 de abril de 2008

A travessia do mar vermelho?

"Então Moisés estendeu a sua mão sobre o mar, e o SENHOR fez retirar o mar por um forte vento oriental toda aquela noite; e o mar tornou-se em seco, e as águas foram partidas. E os filhos de Israel entraram pelo meio do mar em seco; e as águas foram-lhes como muro à sua direita e à sua esquerda." (Êxodo 14. 21 e 22)

Travessia do Mar Vermelho

Será que foi desta maneira o ocorrido?

sábado, 15 de março de 2008

Seria o Papa um Faraó?

Faraó: Primeiro Papa?


Recentemente com o anúncio do Bento XVI de novos "pecados capitais" me veio a lembrança de uma autoridade religiosa semelhante ao mesmo: Faraó!
O Papa carrega sobre si o título de vigário de Cristo, ou seja, substituto do mesmo e também o de sumo pontífice, ou seja, o máximo elo de ligação a Deus. Diante disso, fica inevitável a analogia:

Faraó
1 - Representante de Deus na Terra

2 - Chefe de Estado

3 - Mesmo se fosse mulher teria de se portar como homem.

4 - Rodeado de riquezas

5 - Toda população se reunia para ouvi-lo




Papa
1 - Vigário de Cristo e Sumo Pontífice

2 - Chefe do Estado do Vaticano

3 - Cargo só ocupado pelo sexo masculino

4 - O patrimônio do Vaticano está avaliado em mais de 700 milhões de euros, sem contar riquezas inestimáveis, como a Basília de São Pedro e a Capela Sistina. Contanto tudo, os ativos do Vaticano ultrapassam os US$ 5 bilhões. (dados de 2005)

5 - Quando há anúncios e decretos do Papa, todos os jornais e mídia geral se voltam para tomar nota.

Porém, apesar dessas todas semelhanças o Faraó ainda tem um ponto "superior" porque ele fazia as águas do Nilo baixarem com o seu famoso: "Chega!"